Um anexo à rotina estudantil: a estrada na vida dos universitários

Os quilômetros percorridos diariamente pelos estudantes da UFSJ que moram fora.

Bianca Furtado e Vanuza Resende

O último Censo da Educação Superior, divulgado em 2015, revelou que o número de matrículas no Ensino Superior já supera 8 milhões. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Ensino Superior brasileiro está equiparando-se ao Ensino Médio, em tamanho. 

A Universidade Federal de São João del-Rei é uma das instituições públicas do país que oferecem a oportunidade do diploma superior. Localizada na região do Campo das Vertentes, em Minas Gerais, a federal possui aproximadamente quinze mil alunos matriculados em seus seis campi – de acordo com o relatório de 2016 – e dispõe 25 cursos aos alunos, distribuídos entre os campi Dom Bosco, Santo Antônio e Tancredo Neves, além dos campi auxiliares localizados em Sete Lagoas e Divinópolis.img_8451

Embora seja reconhecida pelo grande número de repúblicas que abrigam vários alunos de diferentes localidades, a cidade de São João del-Rei nem sempre dá abrangência a todos eles, devido às distâncias quilométricas existentes entre os limites das cidades vizinhas, de onde vêm a maioria do estudantes, das quais podemos citar Barbacena, Nazareno, Lagoa Dourada, Prados, Resende Costa, São Tiago, entre outras. Os 19 cursos noturnos disponíveis tornam-se alavanca motivacional para que tais alunos entrem na estreita busca por conciliação entre trabalho e estudo, fato que os obriga, em muitas das vezes, a enfrentarem longas viagens para compor o trajeto casa-trabalho-escola-casa, diariamente.

Priscila Rodrigues de Oliveira, pedagoga graduada pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), frequenta um novo curso superior, que está em andamento no 6° período de Letras. Morando em Barbacena, cidade na qual labuta atualmente, Priscila até tentou facilitar sua rotina indo trabalhar e estudar em São João del-Rei, mas não conseguiu. “Até o 4° período eu tentei trabalhar em São João, mas não fui contemplada com uma oportunidade, então era impossível me mudar, visto que não tenho condições financeiras para dedicar-me somente aos estudos”. A universitária faz parte de um grupo de alunos que tentaram e não conseguiram vaga nas moradias estudantis. “Tentei a moradia para estudantes da UFSJ, mas não tive a felicidade de conseguir uma vaga. Então, vou e volto todos os dias, e trabalho nos períodos da manhã e da tarde”. A viagem é definida como desgastante pela estudante, a qual convive com a tensão dos imprevistos que podem ocorrer pelo caminho. “Por várias vezes nos deparamos com acidentes nas estradas, e não chegamos a tempo de fazer provas ou trabalhos importantes”. O horário em que chega à sua cidade é outro empecilho para a jovem. “O ônibus não me deixa em casa, e sempre preciso que um parente me busque e me leve até a minha residência. No meu caso, chego às 00h10min e sempre tem alguém me esperando no ponto”. Com a sua segunda graduação quase concluída, Priscila afirma o quão desgastante é realizar as atividades do estudo, do trabalho e da moradia em cidades diferentes. “Estudar em São João e morar em outra cidade realmente é desgastante e requer esforço. É uma vontade muito grande de vencer nos estudos”.

Para Luana Chaves, estudante do 9° período de Teatro da UFSJ, e moradora da cidade de Resende Costa, os esforços são muitos para conseguir concluir seu curso. “As atividades do Teatro são presenciais, e têm vários trabalhos que são feitos aos finais de semanas. Além de ter que pagar a passagem para ir, nem sempre os horários da empresa de ônibus são compatíveis com as atividades e, por isso, eu nunca participo”. Para ela, o ideal seria que os trabalhos não necessitassem de deslocamento fora do horário de aula. “Eu sempre falo que os trabalhos para a faculdade têm que ser no horário de aula, que é o horário em que a gente está ali, pronta para trabalhar”. Luana teve uma experiência desagradável logo no 1° período do curso. “Meu professor propôs uma atividade fora do horário da aula, e eu não tinha disponibilidade para fazer, pois era impossível pegar folga no meu serviço. Foi aí que ele me disse ‘Se você não está disposta a largar tudo pelos estudos, você está no curso errado’. Eu não larguei, porque meus colegas de grupo adequam os ensaios para o horário de aula, e a maioria dos professores consegue me avaliar pelos trabalhos escritos e, muitas vezes, individuais”.

Ana Paula Resende, cursa Matemática e mora em São Tiago. Está no 2° período dos 8 necessários para adquirir seu diploma, e acredita que a maior dificuldade enfrentada é o desgaste físico. “Saímos de São Tiago às 18h:00 e chegamos 00:00, além de gastar cerca de 2 horas por dia no transporte, esse tempo poderia ser melhor aproveitado!” A estudante diz que o motivo de permanecer em sua cidade é o financeiro. “Pagar ônibus fica muito mais barato do que morar em uma república em SJDR.”

Além de enfrentar os desgastes físicos com a viagem, a tensão de ficar em estradas e a limitação de participar de atividades fora dos horários de aulas, o aluno que mora longe da universidade precisa adequar seu horário para não ficar com as famosas “janelas” entre uma aula e outra.

Vivendo a universidade

Ao contrário dos estudantes que optam por cair na estrada  todos os dias, há quem escolha trocar o conforto de casa para morar em São João del-Rei.

Fernanda Cristina Gonzaga nasceu em Resende Costa e ingressou-se na UFSJ no ano de 2009, quando chegou a ir e voltar todos os dias durante um ano. Hoje é mestranda em geografia e já mora em SJDR desde abril de 2010. Ela conta o porquê decidiu se mudar. “Na época eu ainda estava na graduação, o curso era novo, sou da primeira turma do curso. Mas eu sentia uma necessidade de uma autonomia maior. Queria ter mais contato com os professores. Apesar da distância entre as cidades ser de apenas 36 km, tinha que depender do ônibus, o que me privava disso.”16506887_1206224419474545_626439698_n

Fernanda trabalhava em Resende Costa e para vir a São João não podia contar com a ajuda financeira de seus pais. A estudante conheceu um dos programas oferecidos pela instituição PIBID – Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. “Apesar de ser um valor inferior ao de um salário mínimo, eu preferia ter menos dinheiro a morar e trabalhar fora. Quando eu trabalhava no comércio, tinha que sair direto do trabalho para a faculdade. Não dava tempo de sequer tomar um banho e lanchar antes de ir. Muitas vezes já chegava cansada na sala de aula”.

Depois de oito anos estudando na UFSJ, com uma licenciatura e um mestrado, Fernanda defende outra dissertação de mestrado, em março de 2017, e já pensa em fazer um doutorado, provavelmente na Universidade Federal de Minas Gerais. “Infelizmente, depois de março provavelmente não morarei mais em uma cidade que já é minha. Mas deixo um conselho para aqueles que estão ingressando: ‘Calouros, se vocês visam um mestrado, ou apenas pretendem não mais ficar esperando ônibus quando os professores liberam mais cedo, procurem uma república que caiba no orçamento. Vão somente a festas que não cobrem entrada (risos), e façam dos quatro ou cinco anos na faculdade os melhores e mais bem aproveitados’”.

Auxílios que ajudam alunos a permanecerem na cidade 

Alunos de baixa renda podem ser contemplados com bolsas-permanência para continuar estudando na UFSJ.

A UFSJ oferece Programas de Assistência Estudantil por meio de sua Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PROAE). Estudantes que estão nos cursos de graduação presencial com vulnerabilidade socioeconômica podem se inscrever para conseguir diferentes auxílios disponíveis em qualquer período do curso. Para se inscrever, o aluno deve preencher um formulário eletrônico disponível no site da PROAE, além de enviar a documentação exigida para a avaliação socioeconômica.

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Moradia estudantil da Universidade Federal de São João del-Rei. Foto: ASCOM UFSJ.

José Ricardo, diretor da divisão da PROAE, explica que após a avaliação que indicará o percentual do valor do auxílio, os alunos poderão ser contemplados em até quatro modalidades. Ouça o áudio do diretor.

O edital para o primeiro semestre de 2017 já está aberto, e os alunos podem fazer as inscrições até o dia 23 de março, pelo edital. Os alunos aprovados na avaliação receberão a bolsa por um período de dois anos.

Leia a reportagem completa.

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O som do Johnny Rocker

Texto: Katherine Cheng  Entrevista:  João Pedro Andrade de Campos

Na quinta-feira passada, tivemos o prazer de ter a banda Johnny Rocker no palco da 5ª Cultural, onde os estudantes do CTAN aproveitaram a energia eletrizante dos membros. No repertório, a diversidade de influências ficou clara, uma característica que a banda enfatiza ser importante para seu desenvolvimento.

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Foto: Rafaella Vieira

No início, os membros da banda se juntaram para divertir o público e prestar homenagem a seus ídolos. Cada membro contribui com uma história musical diferente e, com isso, Johnny Rocker adquire um som versátil que tem algo para todos os gostos. A banda afirma que eles tentam caminhar “por diferentes vertentes do Rock nacional e internacional, buscando manter uma linha que esteja justificada pelo gosto individual dos membros da banda e também pelo gosto do público”.

Essa qualidade foi aparente no show na quinta, onde o público podia ser visto cantando junto ou balançando com sorrisos tranquilos.

O repertório incluiu uma variedade de canções populares de décadas diferentes e a banda fez justiça aos artistas originais. Como uma Norte Americana no público, eu fiquei meio chocada ouvir as canções de minha juventude aqui no Brasil, quase como os originais em inglês. Como o resto do público, eu fiquei nostálgica e comecei balançar, lembrando passeios longos com minha família, com o rádio tocando.  A banda não esqueceu de incluir muita música Brasileira que, embora nova para mim, trouxe lembranças diferentes para o resto do público, pelo que pude observar ao meu redor.

Embora a formação da banda tenha começado oficialmente em 2014, o desenvolvimento se deu em um longo processo nas mãos de personagens diferentes. Agora, a banda alcançou o ponto onde eles estão produzindo suas próprias composições e finalmente têm sua primeira composição, chamada “Fragmentos”, que vai ser acompanhada com um vídeo clipe em breve.

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Foto: Rafaella Vieira

Os integrantes do Johnny Rocker acreditam que é importante incorporar os estilos de cada membro da banda, tocando muitas canções diferentes. Levando a influência de todos, suas canções apresentam um som original, e a banda promete crescer ainda mais.

Katherine Cheng é norte americana e estudante de Relações Internacionais. Está no Brasil pelo programa de intercâmbio Flagship, parceria entre a UFSJ e a Universidade da Georgia.

Cine-debate: o que um filme fictício expõe sobre nossa sociedade atual

Texto: Rafaella Vieira 

Em “Pode o subalterno falar?”, Gayatri Spivak analisa a história de mulheres indianas e a imolação de viúvas. Essa condição nos coloca à luz do dia sobre lugar da mulher no contexto pós-colonial e e as formas de repressão dos sujeitos subalternos.

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Exibição do filme “The Help”pelo 5ª Cultural no Centro Cultural da UFSJ. Foto: Bianca Furtado

Nas sociedades ocidentais atuais, como a brasileira, isso é diferente? Haveria espaço para resistência diante da força do discurso hegemônico?

Em The Help, Histórias Cruzadas no Brasil, temos essa visão. Os sentimentos são diversos: indignação, fúria, dor. Mas apesar de ser um drama, há seus sentimentos bons, por exemplo, Minny e sua famosa torta de chocolate.

Baseado em fatos reais, o filme nos mostra como a segregação racial e a luta pelos direitos civis no Mississippi foram fatos intensos. A principal questão levantada era como as empregadas negras desenvolviam seus “papeis sociais” dentro das casas de seus empregadores: além de cuidar de todo serviço braçal, eram mães. Elas criavam os filhos dos patrões, passavam os valores e davam a atenção que não viam dos pais. “Você é amável. Você é inteligente. Você é importante”, já dizia Aibileen.

A luta por direitos iguais está em pauta há muito tempo. O Estado do Mississippi, nos Estados Unidos, já foi palco de muitas das retratações sobre a desigualdade racial. Fonte do racismo e da intolerância, o Estado com sua maioria de brancos classistas, lutou intensamente contra a igualdade. Para termos uma ideia, o estado sulista oficializou fim da escravidão apenas em 2013. Fatos como o de James Meredith, o primeiro negro a entrar na Universidade de Mississippi é uma mostra de como foi difícil a busca por igualdade.  Veja a história aqui.

Abrimos esse mês de março com o foco na mulher. O dia Internacional da Mulher foi comemorado por muitos como uma vitória. De fato, tivemos mudanças, mas que ainda não são tão grandiosas. Casos como o de Minny Jackson, personagem do filme, que é agredida pelo marido, retrata a violência doméstica. As desculpas são as mesmas: eu escorreguei e bati o rosto; foi apenas um momento de descontrole… E nessa turbulência, temas como o feminismo crescem.

The Help é um filme extremamente completo. Não é atoa que foi aclamado pelas críticas. Se pararmos para observar todas as veiculações que retratam a vida das empregadas encontramos vários exemplos.

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Cenas dos filmes “The Help” e “Que horas ela volta?”. Imagens da internet. 

Logo aqui no Brasil, temos o filme “Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert. A história de Val, Regina Cassé, empregada doméstica que recebe sua filha, Jéssica, Camila Márdila,  na casa do patrões conta um drama familiar. O filme é um espelho de como estão enraizadas as posições de servidão. Jéssica chega na casa e destabiliza a todos: seus “modos” não condizem com sua classe, com sua posição. Ela não tem direitos, situação presente também em The Help. Outra fator comum são as relações de mães que as empregadas tomam. Val deixou a filha em Pernambuco e veio para São Paulo. Na casa dos patrões, ela criou Fabinho, Michel Joelsas, foi babá e confidente do menino. Quando sua filha chega à São Paulo para estudar, Val não a reconhece.

Saindo da ficção, entramos no mundo real. Na última manifestação do dia 13 de março, viralizou na internet a imagem da babá cuidado de bebês e os patrões a frente. Quase como coincidência, a babá é negra, e ela tem filhos. O mesmo fato é vivido por inúmeras mulheres e, por ser geral, não quer dizer que é normal.

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Veja também a lista dos 20 filmes sobre racismo.

Os negros assumem posições desfavorecidas na sociedade. Em pleno século XXI, temos casos de racismo aos montes. A retratação de The Help nos mostra como estamos retrocedendo ou ainda deixa a dúvida: evoluímos?

Exemplos musicais também não faltam. Emicida, em Boa Esperança, já deu a letra: “O trabalho liberta, ou não”.  Empregados fazem reféns seus patrões. Os motivos são culturais: a “mulata” que chama atenção do patrão, o empregado negro que não pode ter voz. E dessa maneira a revolta cresce silenciosamente.

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Cenas dos clipes das músicas “Boa Esperança” e “Formation”. Imagens da internet. 

Recentemente, a cantora norte-americana, Beyoncé, deixo muitas pessoas de boca aberta. Ela saiu da posição de queridinha, com letras suaves, para cantar seu lançamento, Formation. Com uma letra pesada, ela mostra como negros deveriam sair – e ela já saiu – da posição de subordinados. Fato interessante presente no clip é a relação da polícia e os negros.  “Stop Shooting Us” (Parem de atirar em nós) é uma parte que retrata como a polícia age com truculência e é uma presença periférica. Em Histórias Cruzadas, fica claro como a polícia fica a mercê dos brancos; é o caso da personagem Hilly Holbrook – para lembrar, é a mesma que era contra o uso do mesmo banheiro entre empregadas e padrões e por comer a torta de Minny.

O trabalho de reunir histórias e contá-las ficou a cargo da senhorita Eugênia – mais uma criança branca criada por uma empregada. Ela desconstrói várias ideias machistas: ela saiu de casa e se formou Jornalista; não procura um casamento para ter instabilidade e não se diminui frente a um homem. Ela conta uma história que faz a sociedade se envergonhar.

Todos os registros das empregadas são dramáticos. Desde daquelas que exaltavam os padrões, que achavam que tinham direitos e que no final, viam como a situação era contrária. Estar nesse contexto faz com que as percepções de ser um subordinado seja algo normal, pois não há como agir com crítica.

Deixo para o final, a protagonista, Aibileen Clark, Viola Davis. Seu personagem desperta comoção, temos a imagem de uma mulher triste – fato associado à morte do filho. Aibileen é mais uma empregada negra de Jackson, mais uma mãe. É curioso com ela toma a iniciativa de relatar sobre sua vida como empregada para Eugênia. No primeiro instante ela recusa, mas depois vê que ela faz parte daquele meio, onde a sua integridade é colocada em voga.

Não é atoa de Viola foi indicada para vários prêmios como o de melhor atriz, entre eles o Oscar. Sua personagem representa a  força frente ao movimentos segregacionistas, sobre a perspectiva de uma mulher crente e que vê a real causa de injustiças. Viola já ganhou outros prêmios pela suas atuações, mas o quê mais se destaca é o Emmy Award de Melhor Atriz em Série Dramática, onde ela deu um discurso incrível que reverbera de modo único todas as conquistas, as mudanças e a representação, sobre oportunidades, sobre movimentos e sobre ser negro. Confira abaixo: 

Coração partido :(

Boa tarde pessoal,

É com uma dorzinha no coração que informamos a todos vocês o nosso Arraiá de 5ª não vai acontecer esse ano. Surgiram alguns imprevistos, e teríamos que mudar o dia do evento, mas devido a correria do final de período não encontramos uma nova data que agradasse a todos e que mantivesse a qualidade do evento que havíamos proposto.

Pedimos desculpas em nome de toda equipe 5ª Cultural! Voltamos no próximo período com novas ações, sempre compartilhando cultura,música boa e bons momentos com todos vocês!

Ana Beatriz Peres, Bianca Furtado e Kelly Motta em nome do programa de extensão 5ª Cultural

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Que qui tem di bão nesse São Jão?

Para encerrar nosso 1º semestre de 2015 organizamos mais uma edição do Arraiá de 5ª! Para esquentar a noite fria do CTAN preparamos uma festinha bem acolhedora cheia de amor e beijocas pra vocês! Vai ter quadrilha, baião, caldo quentinho, guloseimas, barraca do beijo e correio elegante.

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Segue a nossa programação pra você não perder nadinha:

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Para animar pra semana que vem!

Você se lembra do nosso Arraiá do ano passado? Vê só como foi:

Tem mais fotos na nossa página no Facebook! Olhá lá!

 

Ensaio – Canoa Elétrica

Canoa Elétrica é uma banda cover de São João del-Rei, composta pelos alunos do curso de música da UFSJ, Guilherme Grandi, Rick e Natália Vargas. Formado no ano passado, as cordas de Guilherme Grandi encontraram na voz de Natália Vargas e na percussão de Rick Vargas a parceria certa. Voz, violão e percussão se reúnem num ritmo intenso, longe dos ares intimistas. O repertório carrega desde a energia do blues, a ironia lúdica do rock de Rita Lee até o suingue brasileiro de Lenine e de Gilberto Gil. O ensaio fotográfico será usado como divulgação da banda. _MG_6050 _MG_6058 _MG_6088 _MG_6124 _MG_6138-2 _MG_6181