O som do Johnny Rocker

Texto: Katherine Cheng  Entrevista:  João Pedro Andrade de Campos

Na quinta-feira passada, tivemos o prazer de ter a banda Johnny Rocker no palco da 5ª Cultural, onde os estudantes do CTAN aproveitaram a energia eletrizante dos membros. No repertório, a diversidade de influências ficou clara, uma característica que a banda enfatiza ser importante para seu desenvolvimento.

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Foto: Rafaella Vieira

No início, os membros da banda se juntaram para divertir o público e prestar homenagem a seus ídolos. Cada membro contribui com uma história musical diferente e, com isso, Johnny Rocker adquire um som versátil que tem algo para todos os gostos. A banda afirma que eles tentam caminhar “por diferentes vertentes do Rock nacional e internacional, buscando manter uma linha que esteja justificada pelo gosto individual dos membros da banda e também pelo gosto do público”.

Essa qualidade foi aparente no show na quinta, onde o público podia ser visto cantando junto ou balançando com sorrisos tranquilos.

O repertório incluiu uma variedade de canções populares de décadas diferentes e a banda fez justiça aos artistas originais. Como uma Norte Americana no público, eu fiquei meio chocada ouvir as canções de minha juventude aqui no Brasil, quase como os originais em inglês. Como o resto do público, eu fiquei nostálgica e comecei balançar, lembrando passeios longos com minha família, com o rádio tocando.  A banda não esqueceu de incluir muita música Brasileira que, embora nova para mim, trouxe lembranças diferentes para o resto do público, pelo que pude observar ao meu redor.

Embora a formação da banda tenha começado oficialmente em 2014, o desenvolvimento se deu em um longo processo nas mãos de personagens diferentes. Agora, a banda alcançou o ponto onde eles estão produzindo suas próprias composições e finalmente têm sua primeira composição, chamada “Fragmentos”, que vai ser acompanhada com um vídeo clipe em breve.

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Foto: Rafaella Vieira

Os integrantes do Johnny Rocker acreditam que é importante incorporar os estilos de cada membro da banda, tocando muitas canções diferentes. Levando a influência de todos, suas canções apresentam um som original, e a banda promete crescer ainda mais.

Katherine Cheng é norte americana e estudante de Relações Internacionais. Está no Brasil pelo programa de intercâmbio Flagship, parceria entre a UFSJ e a Universidade da Georgia.

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